1 Mês de Mafalda

Se com um filho eu já achava que o tempo passava a correr, agora com dois, cheira-me que vai passar a voar! Tal como aconteceu quando nasceu o Gustavo, tivemos apoio familiar durante este primeiro mês. E se no primeiro filho este apoio foi muito importante, desta vez, em que já tínhamos em casa uma criança, foi fundamental. O Gustavo está numa fase muito exigente, principalmente na hora das refeições e, apesar de abusar um bocadinho quando tem gente em casa, a verdade é que foi esse apoio que permitiu que ele tivesse toda a atenção de que precisou numa altura de tantas mudanças para todos.

A Mafalda ainda é muito comer e dormir (apesar de algumas cólicas), o que permite que nesta fase de pós-parto consigamos recuperar um bocadinho (a Natureza é realmente muito bem feita)!

O último mês da gravidez foi muito desgastante, sem conseguir dormir uma noite inteira um dia que fosse e sempre muito ansiosa que chegasse o dia. Infelizmente, o parto foi provocado e a única coisa que teve em comum com o primeiro, foi o facto de ser cesariana. Realmente, não há duas gravidezes iguais, dois partos iguais, dois filhos iguais!

O importante no meio disto tudo? Que as coisas corram bem e que se consiga aproveitar o bebé e a nova fase familiar, porque apesar de nem tudo serem rosas, a verdade é que passa muito rápido e deixa saudades (pelo menos a mim, que adoro recém-nascidos)!

Entrámos em Maio com o pé direito! Meu querido mês de Junho, que sejas igualmente espectacular!

A contar os dias.

Adoro estar grávida. A sério que sim. Tive, até agora, duas experiências espectaculares, tranquilas, felizes e sem grandes complicações. E, apesar das particularidades de cada uma, a verdade é que foram duas gravidezes muito semelhantes. Alguns enjoos e sono no início, um segundo trimestre radioso e um último mês um bocadinho ansioso. Ok, se calhar não é só um bocadinho. Por um lado, sei que vou ter muitas saudades de estar grávida, de sentir um bebé a mexer na minha barriga. Por outro, tenho já muita curiosidade em conhecer a minha bebé, em vê-la e saber que está tudo bem! Estou também curiosa em relação ao parto, em saber como vai ser e em ver a reação do Gustavo.

É uma montanha-russa em termos emocionais, mas também físicos. Não é que me sinta condicionada em algum aspecto, continuo a fazer a minha “vida normal”, mas não com a mesma energia. Sair de casa chega a ser um sacrifício às vezes. Porque há dias em que me custa vestir, calçar e entrar no carro. Porque tenho de ir à casa-de-banho de 10 em 10 minutos, literalmente. Porque me dói o fundo da barriga e as costas. Eu sei que pode parecer um exagero e, se calhar, isto sou eu a falar num dia mau, mas a verdade é que há dias mesmo assim.

Mas se vale a pena? Sem dúvida. Oiço algumas mulheres a dizerem que gostam muito de ser mães mas que passavam à frente, se pudessem, a gravidez. Pois eu não. Pelo contrário. Acho que todos estes meses são necessários e fundamentais para a preparação da chegada de um bebé. E acho que a natureza é tão perfeita que este é o tempo ideal. Mas, como tudo na vida, tem o seu lado bom e menos bom, e estes é que podem ser encarados de diferentes formas, dependendo de quem os vive.

Para mim, é das melhores experiências da vida. Trazer um bebé ao Mundo é o maior milagre da vida e não me podia sentir mais grata ao Universo por poder ser mãe!

Há uma diferença de idades ideal entre irmãos?

Eu sei que esta será sempre uma questão para a qual não existe uma resposta certa ou errada. Cada cabeça sua sentença, certo? Aquilo que para uns pode ser muito, para outros pode ser pouco, ou o contrário. Mas tenho pensado nisto, confesso. Será que o Gustavo está preparado para ser irmão mais velho? Será que não é ainda muito pequenino? Será que devíamos ter esperado mais um pouco ou será que se esperássemos, perdíamos a coragem?

Sou daquelas pessoas que gosta sempre de saber o que vem a seguir, para se preparar, o que, pensando bem, se calhar faz de mim uma pessoa que gosta de controlar (quase) tudo. Nunca tinha pensado nisto por este ponto de vista, mas é um facto. Apesar de não me poder queixar muito quanto às surpresas que a vida me tem dado, a verdade é que prefiro saber com o que posso contar. E isto tudo para dizer que tenho pensado qb neste assunto. Foi ponderado e foi, acima de tudo, quando nos sentimos preparados, mas por saber que a responsabilidade da escolha é toda nossa, fica sempre aquele friozinho na barriga sobre se terá sido a altura certa.

Não acho que haja um número ideal, acho que depende de muitos factores, mas há sempre aqueles números que nos parecem impensáveis, certo? Para mim, menos de 2 anos de diferença, só se calhasse mesmo, e mais de 5 também me parece muito. Mas isto na teoria, claro, e segundo a minha experiência de filha. O Gustavo e a Mafalda terão cerca de 4 anos de diferença. Se pensar no número, parece-me bem, mas por vezes, quando olho para ele, penso se não será muito pequenino. Se calhar ia achar sempre, já que dizem que para nós são sempre bebés. Ou talvez não. Não sei.

Daqui a uns meses, venho aqui partilhar o feedback. Espero que seja o mais positivo possível!

Os nomes dos meus filhos!

Os nomes dos meus filhos não são aqueles que sempre disse que iriam ser. Aliás, com o passar do tempo, eu própria fui mudando de ideias, mas o que quero dizer é que os nomes dos meus filhos não são aqueles que disse gostar quando soube que estava grávida deles.

Vamos por partes. Antes de mais, devo dizer em minha defesa que não ajuda nada quando temos um marido que, além de ser muito esquisito com nomes (e isto até pode ser relativo), não dá nenhum palpite sobre nomes que gosta até saber o sexo da criança. Ou seja, posso até saber do que ele não gosta, mas nunca sei do que ele realmente gosta. E se isto dificultou a escolha do nome do Gustavo, piorou desta vez porque, além de não saber quais nomes de menina ele gostava, também não sabia outros nomes de menino que eram opção, porque Gustavo foi o único nome em que estivemos de acordo na primeira gravidez. Sim, percorremos o alfabeto de A a Z e não chegámos a nenhuma conclusão. Ora porque ele não gostava, ora porque eu tinha um primo com aquele nome, ora porque era muito pequeno, ora porque ia ser gozado na escola. Ao fim de um longo dia de pesquisa, vi Gustavo em algum lado e quando ouvi um “talvez”, fiz aquele jogo do “este” ou “este”, como quem já não está muito disponível para negociar, e resultou. Não era um nome óbvio para mim. Mas era um nome que não me fazia lembrar ninguém e que não estava na “moda”. E estas eram as minhas condições. Demorou até que me habituasse à ideia, mas agora acho que não podia ter sido outro.

Desta vez, como já disse, o problema foi o mesmo. Ao fim de algumas (muitas) conversas, chegámos à conclusão que só haviam quatro nomes que ambos gostávamos (já foi mais do que para menino, que só houve uma opção)! Dos quatro, dois deles não eram opção, um por ser o meu segundo nome, que por acaso, é só o nome pelo qual toda a minha família me chama, e o outro por ser de uma familiar. O terceiro nome não era “aquela coisa” e, portanto só ficava um. Que nem me faz lembrar ninguém, e que não está na lista dos nomes mais escolhidos em Portugal. Mafalda. Quanto mais o digo, mais gosto dele, embora ainda não esteja habituada à ideia. Do Gustavo acho que só me habituei depois de ele nascer, por isso, deve ser normal.

Não eram nomes que eu adorasse, nem sequer que ponderasse, mas acho que são perfeitos. E acho que combinam. São os dois de origem germânica, têm ambos três sílabas, sete letras e significados semelhantes. Não que os tenha escolhido por isso, mas achei engraçada a coincidência.

Gustavo e Mafalda. Não podiam ser outros! Gostam? Quem concorda comigo e acha que combinam?

 

Grávida 4 anos depois!

Há quatro anos, tinha acabado de descobrir que estava grávida! Não fazia ideia do que me esperava. A única coisa que sabia é que tudo ia mudar, mas de que forma? Não sabia. Imaginava que o meu corpo ia mudar, que o tempo para mim ia ser muito menor (se é que ia continuar a existir), que as minhas prioridades iam ser outras e que a nossa vida enquanto casal também ia ser diferente. Mas pouco mais sabia! Adorava a ideia de comprar mil e uma coisas de bebé, mas sabia que eram tantas despesas que o melhor era, mais uma vez, definir prioridades. Fiz listas de coisas e dentro e cada uma, procurei marcas e fiz escolhas conscientes (na minha opinião, claro).

Hoje, 4 anos depois, estou novamente grávida e é incrível como tanta coisa é semelhante, ao mesmo tempo que, tantas outras, são tão diferentes. Não estou tão “assustada” (embora, se calhar, devesse)! Não estou tão preocupada com o que vou comprar. Estou mais ocupada a pensar em como será ser mãe de dois, como será a logística cá em casa, se terei tempo para os dois (agora já fica difícil às vezes e é só um), se saberei ser para cada um deles a mãe que eles vão precisar!

Estou feliz com a forma como o Gustavo está a lidar com tudo, mas ao mesmo tempo, ansiosa para ver como será a reação dele quando ela nascer. Estou igualmente curiosa para ver como ela será, embora, também não pense muito se vai ter olhos claros ou escuros, cabelo liso ou caracóis. Acima de tudo, estou a tentar aproveitar cada segundo desta gravidez que não sei se será a última. Ainda assim, tenho a sensação que, tal como da primeira vez, só o consegui fazer mais calmamente a partir da 16ª semana!

Tal como há quatro anos, também este ano vamos de férias na passagem de ano e, tal como daquela vez, sinto que não podia estar mais feliz! Há quatro anos, a minha irmã também estava grávida pela primeira vez, com uma diferença de uma semana para mim. Desta vez, a única diferença é que não é uma, mas sim, duas semanas de diferença! Coincidências da vida! As melhores surpresas são assim, as que são mesmo surpresa!

Estamos a contar os dias! E se por um lado estão a passar muito lentamente, por outro estão a voar! Ainda ontem descobri que estava grávida, já vamos com meio caminho andado e tenho a sensação que, depois de voltarmos de férias, num piscar de olhos vamos estar em Abril!

Por agora, ficam os mais sinceros desejos de que todos tenham umas boas festas, as melhores possíveis para cada um! Com paz e amor! Porque isso é tudo!

Estar grávida outra vez!

Se há coisa para a qual acho que nasci foi para ser mãe. Não há outro papel em que eu ache que me encaixo tão bem! Em que me sinto tão bem na minha pele. Adorei estar grávida do Gustavo e, desde aí, recordo-me de todas as fases como se elas tivessem sido maravilhosas. Não foram perfeitas. Mas as memórias que tenho são as melhores. Desta vez, parece-me que não há-de ser muito diferente.

O início da gravidez não foi fácil, mas agora à distância (e só passaram ainda umas semanas) parece-me que já nem me lembro bem. Fui diagnosticada com diabetes gestacional e, muito embora os valores da minha glicémia estejam controlados, a verdade é que nas primeiras semanas não foi muito fácil. Muito mal-disposta. Muitas dores de cabeça. Muitas tonturas e sensação de que ia desmaiar. Muita fome. Agora já muito melhor, dou por mim a pensar que estou quase a meio da gravidez e que pouco ou nada ainda aproveitei.

Não sei se vai ser a minha última gravidez e queria estar tranquila e aproveitar ao máximo. Nem sempre consegui. Há sempre um nervoso miudinho nestas primeiras semanas, por não sentirmos o bebé, por sabermos que há um risco acrescido de as coisas não correrem bem e porque temos medo de viver um sonho que ainda nem sabemos se vai ser mesmo real. Eu sei que não podemos deixar que esses pensamentos dominem mas atire a primeira pedra quem disser que nunca pensou o mesmo.

Se tudo correr bem vou ser mãe de dois antes dos trinta anos. Ainda não tinha pensado nisto desta maneira. Um casal. Aquilo a que a maioria chama de “pontaria”! Não podia pedir mais, nem melhor!

“Estou grávida! E agora?”

Foi a primeira coisa que pensei quando soube que estava grávida do Gustavo. E por muito ridículo que possa parecer, foi exactamente isto que escrevi no mister google, na esperança que algum artigo/ site descrevesse passo a passo o que eu tinha de fazer a seguir. Nessa altura ainda não sabia que, nisto da maternidade, não há regras!

Desta vez, embora as inseguranças sejam semelhantes, já não procurei saber o que tinha de fazer! Desta vez, planeámos a gravidez, fui a uma consulta pré-natal e estava mais orientada. Desta vez, ainda não fiz listas e compras nem de afazeres!

Desta vez, estou mais tranquila, embora, na minha opinião, este primeiro trimestre seja um bocadinho ingrato. É o que eu sinto. Temos de ter todos os cuidados de uma grávida, mesmo quando, muitas vezes, ainda não nos sentimos grávidas. Muitas vezes nem nos lembrámos que estamos grávidas. Neste primeiro trimestre, o tempo parece que não passa! Temos de esperar pelas X semanas de gravidez para que se consiga ver se está tudo bem (se a gravidez é evolutiva, se está tudo como é suposto) e, pelo facto de não conseguirmos sentir ainda os movimentos do bebé, ficamos sem saber muito bem se ao longo das semanas continua tudo a correr dentro da normalidade ou não. Ok, muitas mulheres dirão que, ao fim e ao cabo, é sempre assim durante a gravidez toda, mas para mim, estes primeiros meses são os de mais ansiedade. Talvez por serem aqueles em que sabemos que há mais riscos.

No fundo, ser mãe é mesmo isto, é nunca mais ter o coração descansado, desde o instante em que vemos os dois risquinhos naquele teste que muda a nossa vida para sempre

E agora? Agora é esperar que tudo corra bem e aproveitar cada segundo porque devem ser os nove meses mais rápidos na vida de uma mulher (ou pelo menos, das que gostam de estar grávidas, como eu)!

Não sabia que os três anos eram assim!

Quem me conhece sabe que adoro recém-nascidos! Adoro a fase das fraldas, do colo, das chuchas, da maminha e de tudo o que tem a ver com bebés mesmo bebés. Adoro a fase seguinte, de começarem a andar e as primeiras palavras mas não sabia que ia adorar esta fase dos três anos. Sempre pensei que não ia achar tanta graça a esta fase. Mas enganei-me. Redondamente, como se diz na minha terra. Estou a amar. Não há nada que ele diga que eu e o pai não troquemos olhares de quem se quer rir mas não pode. Há sempre alguma coisa nova. Uma resposta que aprendeu não sabemos onde, uma conversa que reproduziu depois de ter ouvido uma vez e o “desbroncar-se” e descobrir os segredos todos.

Sinto que nos últimos meses cresceu tanto que esclareceu qualquer dúvida que pudesse haver, quanto ao facto de já não existirem bebés cá em casa. Largou a chupeta de um dia para o outro, e o desfralde noturno da mesma maneira. Já não há biberões, chupetas ou fraldas aqui em casa. Senta-se à mesa numa cadeira das nossas e acho que até o redutor está quase a deixar de ser usado.

Fala cada vez melhor, embora tenha começado a trocar sílabas de palavras que já sabia dizer bem. Agora diz “valar” em vez de “lavar”, diz “bator” em vez de “tambor” e por aí fora. É normal? Não sei, estou à espera que o pediatra me tranquilize na consulta dos três anos.

De resto, é aproveitar esta fase e ter a certeza que a seguinte, só pode ser melhor! Até agora tem sido sempre assim, não há porque não acreditar noutra coisa!

Não vamos ter férias a 2!

Na verdade, já não temos férias a dois desde que éramos efectivamente dois. Aliás, as nossas férias não são nem a dois nem a três, são sempre de cinco para cima. São férias de casa, mesa e coração cheios. Procurámos nas férias aquilo que de que a maioria foge.

Também gostava muito que o Gustavo fosse de férias sozinho com os avós e que tivéssemos uns dias só para nós…mas era se as condições fossem outras. Se estivéssemos o ano todo perto deles e se não estivéssemos todos com uma grande vontade de estarmos todos juntos porque já não nos vemos há um ano (a algumas pessoas da família).

Preferimos ter férias daquelas que nos deixam cansados. Cansados porque tentámos aproveitar cada segundo como uma bebida que se bebe até à última gota, como um prato que se lambe no fim. Mesmo que depois precisemos de férias das férias. Mesmo que enquanto casal não seja fácil não termos uma pausa (e bem que precisávamos dela).

Não quer dizer que pessoas em situações idênticas façam da mesma maneira, não temos todos as mesmas necessidades, e não somos melhores uns do que outros por isso. O ideal é que cada casal consiga fazer o que for melhor para si. Hoje fazemos assim, amanhã não sei.

E pronto, estamos a uma semana de ir de férias e vou começar a fazer as malas que já estou atrasada!

“Mamã, eu quero!”

É impressão minha ou esta é a idade do “mamã, eu quero!”?

Cada vez mais tem noção de si enquanto pessoa, consegue conjugar verbos no singular e no plural, sabe quando deve dizer “eu” e quando deve dizer “nós” e sabe distinguir o presente do passado. Pode parecer estranho estar a reparar nestas coisas, mas para mim, que estava habituada a ter um bebé em casa, é algo estranho. Está mesmo a crescer e não é só em tamanho.

Esta consciência de si e do outro faz com que, a toda a hora, teste os nossos limites de todas as maneiras e feitios. Já dizia a educadora esta semana aquando da entrega da sua avaliação “em termos de desenvolvimento está óptimo, de comportamento é que…pronto”! E não é fácil, sermos nós a definir os nossos limites e não deixar que sejam eles a impô-los, não é nada fácil.

Está um tagarela. “Mãe eu quero a bola”, “mãe eu quero ir ao escorrega”, “mãe eu quero ir à praia”, “mãe eu não quero esses sapatos”, “mãe eu não quero ir sentar”, “mãe eu não quero ir dormir”! E se não é na hora que diz é rapazinho para se atirar para o chão e fazer uma birra daquelas…a semana passada estivemos uma meia hora para o tentar vestir porque queria à força toda vestir a roupa da seleção e não podia. Era mais fácil ter deixado, mas sabíamos que a seguir, não íamos ter hipótese de lhe vestir o que quiséssemos e corríamos o risco de ir vestido com aquilo para um casamento onde era o menino dos anéis!!!

Como também disse a educadora, “ele sabe muito bem a teoria” e, por isso, no momento a seguir, fica logo triste de ver que estou chateada com ele e pede desculpa, diz que não se fazem birras e que se portou mal. Espero que esta consciência seja útil num futuro próximo! #estouarezarparaisso

Um dia, em tom de brincadeira, perguntamos ao pediatra qual era o medicamento para as birras. Ele respondeu, paciência, muita paciência. Ignorar sempre que possível, não travar guerras que sabemos que não vamos ganhar, não ameaçar com coisas que sabemos serem impossíveis de se concretizarem e, sempre que tivermos de dizer não, ter a certeza que não vamos voltar atrás com a palavra. Não existem fórmulas certas ou erradas nisto da maternidade, mas acredito que seguir o nosso instinto de pais ajuda muito. Eu tento, não sei se consigo, pelo menos sempre, mas tento.

E este sorriso? É o melhor do Mundo!

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